A evolução do mundo acontece a olhos vistos, as coisas acontecem muito rápido, os mais novos acham que tudo sabem, os mais velhos não acreditam mais em velhice, ocupando-se dos mais variados afazeres e com manias de jovens, acreditam que tudo se resolve num toque de mágica, enfim, viver é muito fácil.
Viver realmente é muito fácil, depende tão somente de cada um e sua forma de viver. Viver com alegria, alguns dizem, é só para quem é feliz. Não, todos nós nascemos feliz, apesar de que alguns preferem ser tristes e tornar outras pessoas tristes, como por exemplo, pais, mães e amigos de viciados. Dizemos isso baseado no dia a dia de pessoas, que nos procuram diariamente no Departamento Antidrogas da Prefeitura de Colombo. São estórias de enredo diferentes, mas com fim melancólico e trite iguais, restando somente a imensa dor de ver o ser humano se deteriorando por causa do vício das drogas. Me preocupa, não somente o aumento impressionante do uso do “crack”, pelo seu poder destrutivo, mas também a banalização de outras drogas, como por exemplo a “Maconha”, tida para alguns como droga “leve”.
Movimentos irracionais de pessoas despreparadas e no mínimo mal informadas, cooptam alguns incautos em passeatas, encontros e outras atividades corporativas. Quem faz isso, algum interesse deve ter, não sei qual é, mas o interesse é grande. Sou irreversivelmente contra a liberação da “Maconha”. Está comprovado que a “Cannabis Sativa Linneu”, nome científico da planta da maconha, é o primeiro passo para outras drogas mais pesadas. O uso contumaz dessa droga, cria dependência física e psíquica, fazendo com que seu usuário procure “emoções mais fortes”, podemos assim dizer, e o segundo passo, pode ser o que levará essa pessoa ao cemitério.
Algumas pessoas relutam em dizer que a maconha não faz mal, daí para sustentar minha posição, crio uma situação que abaixo submeto a você, ajudar a ter sua posição : Imagine você, com sua mãe ou pai, seu filho(a), internado para fazer uma cirurgia delicadíssima no coração, onde o corpo médico lhe chama para uma reunião, onde tudo é explicado, quanto aos riscos da cirurgia, a percentagem de sucesso, enfim, você tem que assinar um termo de responsabilidade quanto ao sucesso ou não daquela intervenção cirúrgica, desobrigando o corpo médico de qualquer cobrança posterior. Após você saber da complexidade, antes de você assinar a autorização para a cirurgia,os médicos lhe dizem : Olha, enquanto você pensa se assina ou não, seu pró ou contra, podemos iniciar os trabalhos cirúrgicos agora, mas antes, vai toda minha equipe médica, junto com anestesista, assistentes e etc, fumar um “baseado” e já voltamos.
Resta uma pergunta : Você assinaria ? Maconha faz mal ou não ?
13 a 30 de Junho




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